1ª jornada:
Física 83 - 69 Eléctrico
2ª jornada:
Eléctrico 60 - 54 Sangalhos
3ª jornada:
Póvoa 65 - 76 Eléctrico
4ª jornada:
Galitos 65 - 62 Eléctrico
5ª jornada:
Eléctrico 59 - 64 Maia Basket
Actualmente o Eléctrico encontra-se no 8º lugar do Campeonato da Proliga, com um saldo negativo de 3 derrotas e 2 vitórias.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Tão perto da vitória!!
Eléctrico está na final após bater Algés na meia-final
O Eléctrico FC foi a primeira equipa a apurar-se para a final do Troféu António Pratas, ao derrotar na primeira meia-final o Algés, por 67-62. O sucesso da defesa zona, bem como a aposta ganha de tentar jogar sempre rápido, permitiram ao conjunto alentejano uma vitória que parecia mais distante no final da 1ª parte. A falta de eficácia no lançamento, bem como o facto de ser uma equipa totalmente renovada, tornaram evidente o momento da época em que estamos.
O primeiro período foi equilibrado, apesar de ter sido o Algés a ganhar vantagem nos primeiros minutos (6-0), fruto de transições ofensivas rápidas. Esta foi aliás a melhor solução ofensiva explorada pelos dois conjuntos para superar a fraca eficácia de lançamento. O Eléctrico beneficiou do bom trabalho na tabela ofensiva, para a meio do período colocar-se pela primeira vez na frente do marcador (9-8). Daí até final as duas equipas mantiveram-se sempre muito próximas no marcador, tendo terminado na frente o Algés pela diferença mínima (15-14).
Para o segundo quarto o técnico Andrey Melnychuk apostou de inicio nas alternâncias defensivas, que tão bom resultado deram. Um parcial de 6-0 colocava os alentejanos na frente do marcador (20-15), diante uma equipa algesina que revelava alguns problemas em atacar a defesa zona 2x3 da equipa adversária. Só aumento da intensidade defensiva por parte da equipa lisboeta lhe permitiu a reviravolta no marcador (30-22), com o contra-ataque a revelar-se a melhor arma para contrariar a defesa zona do conjunto de Ponte de Sor.
O mau momento dos alentejanos, a acumularem imensos turnovers, só foi cortado pela conquista de um ressalto ofensivo por parte de Mário Jorge que fixou o resultado ao intervalo em 30-24 favorável ao Algés.
No recomeço do encontro, o Eléctrico apostou em definitivo na defesa zona 2x3, e com resultados positivos, já que diminui a produção atacante do Algés. Mas se a equipa lisboeta revelava dificuldades em acertar os tiros no interior da zona de curta e média distância, o Eléctrico não fazia muito melhor do lado oposto. Só de penetrações os alentejanos conseguiam fazer pontos, sem que no entanto se conseguissem aproximar no marcador (38-44).
No decisivo quarto, e em pouco menos de 3 minutos, o Eléctrico voltava a colocar-se na frente (47-46), aproveitando algum desnorte da equipa adversária para concluir alguns contra-ataques. A seca de pontos da equipa de Algés mantinha-se (2 pontos e 5 minutos) e só um triplo de António Pires interrompia a o aumento da diferença pontual (49-54). Já sem Aylton, desqualificado com 5 faltas, Andry aposta numa equipa mais baixa e regressa à defesa individual.
Nesta fase do jogo João Lanzinha assumiu papel decisivo com os seus lançamentos longos, o último dos quais a 2.30 minutos do final, que colocava o Eléctrico na frente com uma vantagem de 12 pontos (65-53).
Respondeu o Algés com 9 pontos consecutivos, sendo que os 6 primeiros foram de dois triplos convertidos (65-62). Jogava-se o último minuto e a equipa de Ponte de Sor não conseguia fazer pontos e via a vantagem pontual esfumar-se.
O jogo começava então a decidir-se da linha de lance-livre com Mário Jorge a falhar os dois a que teve direito a 33 segundos do final. Fidel Mendonça ainda tentou um triplo, mas foi Tiago Brito a selar o triunfo ao não falhar do lance-livre (67-62).
Defesa leva Illiabum à final
O Illiabum conquistou o direito a disputar a final do Troféu António Pratas (este domingo, diante do Eléctrico) depois de ter vencido na meia-final da competição, em Ponte de Sor, o Guifões por 67-50. A excelência da defesa ilhavense durante o último período do jogo, em que apenas permitiu 4 pontos, garantiu-lhe a vitória, mas por números que não revelam as dificuldades sentidas, bem como o que tão de positivo fez durante o jogo a equipa do Guifões.
No segundo jogo da tarde, Illiabum e Guifões mostram desde o inicio uma grande intensidade defensiva, própria de quem quer disputar uma final da competição. Os primeiros minutos foram de ligeiro ascendente do Guifões, como consequência da sua elevada intensidade defensiva e da agressividade colocada em termos ofensivos, onde as penetrações em drible provocavam faltas ou assistências para cestos fáceis. Apesar de no último minuto o Illiabum ter passado para a frente do marcador (17-15), as duas equipas terminaram o 1º período empatadas a 17 pontos.
No inicio do segundo quarto, o jogo manteve as mesmas características, com o conjunto de Ílhavo sempre a tentar explorar as vantagens interiores, nem sempre da melhor forma, e o Guifões a bater-se bem, quase sempre a cumprir com as ajudas e rotações defensivas. Mas foi já perto do final da primeira parte que os comandados de Alexandre Pires conseguiram afastar-se no marcador, desde o momento em que o tiro exterior começou a funcionar dando outra dimensão ao seu ataque (35-29).
No recomeço do encontro a equipa nortenha, fiel ao seu estilo, continuava a demonstrar grande paciência ofensiva, a manter sempre o principio de penetrar dentro e assistir fora. Desgastava a equipa adversária para além criar problemas nos ajustes defensivos. Do outro lado, a equipa ilhavense, numa demonstração de maturidade, segurava a liderança do jogo o que do ponto de vista emocional é sempre um factor importante. Como resultado do seu controlo perante a pressão da proximidade do resultado, no final do 3º período liderava por quatro pontos (50-46).
No decisivo quarto o aumento da intensidade defensiva por parte do conjunto de Ílhavo, que passou a resolver os problemas das penetrações em drible na relação do 1x1, condicionou o ataque da equipa de Guifões. Só passados quase oito minutos conseguiu fazer pontos, e numa fase em que o Illiabum já defendia zona 2x3. O base João Figueiredo começou a abrir o livro, em termos ofensivos, não só na forma como colocava a equipa a jogar, mas também com os pontos que contribuía no ataque, quer através de lançamentos longos, ou a explorar as situações de bloqueio directo. (63-47). O encontro estava decidido pelo que só faltava deixar o tempo acabar.
Destaque para a grande segunda parte de João Figueiredo (17 pontos, 6 ressaltos e 3 assistências), não só a fazer pontos (13) mas na forma como comandou a equipa dentro de campo. E para a utilidade do norte-americano Richard Kadiri (8 pontos, 10 ressaltos, 3 roubos de bola e desarmes de lançamento) preponderante no trabalho “sujo” da equipa.
O poste Odair Conceição (17 pontos e 10 ressaltos) foi o mais produtivo do conjunto de Guifões, embora não tenha conseguido manter na segunda parte a produtividade e eficácia que tinha revelado nos primeiros 20 minutos do jogo.
Illiabum vence António Pratas
Aveirenses derrotam Eléctrico na final
O Illiabum começou com o pé direito a nova temporada do campeonato da Proliga, ao bater com sofrimento, e após prolongamento (81-80), o Eléctrico, em Ponte de Sor, na primeira final da época – o Troféu António Pratas. Uma prova que mostrou existir equilíbrio entre as equipas da prova, algo que só vem beneficiar e valorizar o campeonato desta temporada.
O primeiro período desta final foi parco em pontos, com as duas equipas a acumularem turnovers e uma tremenda falta de eficácia nos lançamentos de campo. O Illiabum dominava as tabelas, mas as segundas posses de bola não eram capitalizadas em pontos, o que permitia à equipa alentejana, com o recurso a alternâncias defensivas equilibrar o encontro. O empate a 11 pontos no final do quarto reflectia na perfeição aquilo que se tinha passado dentro de campo.
O maior equilíbrio na luta das tabelas, bem como uma ligeira melhoria na eficácia do lançamento, permitiu ao conjunto de Ponte de Sor conseguir um ligeiro ascendente nos primeiros minutos do segundo quarto (20-15). Com um parcial de 9-0, a provar que também tinha capacidade para atacar pelo perímetro, o Illiabum retorna à liderança do jogo (24-20). Nos últimos minutos da primeira parte o equilíbrio entre as duas equipas voltou s surgir, bem como a superioridade das defesas relativamente aos ataques. O intervalo chegava com a equipa do Eléctrico na frente pela curta vantagem de um ponto (29-28).
O descanso fez nem ao conjunto de Ílhavo, já que no recomeço, e passados apenas 2 minutos de jogo, comandava por seis pontos de vantagem (36-30). O sucesso da zona 2x3 dos alentejanos passava a não ter tão evidente, até porque o Illiabum dava sinais de se ter conseguido ajustar em termos ofensivos (35-44). A meio do período foi a vez do técnico Alexandre Pires tentar a defesa zona, embora tenha sido o descontrolo emocional de alguns atletas do conjunto alentejano que permitiram ao Illiabum terminar na frente o 3º período (53-44).
O decisivo quarto a formação de Ílhavo aparentava ter o jogo controlado, com os experientes bases Daniel Felix e João Figueiredo (12 pontos, 4 assistências, 3 ressaltos e 3 roubos de bola) a gerirem a vantagem na casa das dezenas. Mas com 8 pontos consecutivos, dos quais seis foram de triplos, o Eléctrico aproximava-se no marcador (58-61).
O encontro voltava a ganhar emoção, Tiago Pinto com mais dois triplos consecutivos voltava a colocar o Eléctrico na frente (67-66), o que deixava tudo em aberto para os pouco mais de 3 minutos que restavam jogar. As alternâncias no comando do marcador bem como os empates passaram a ser uma constante, pelo que se entrou no último quarto com o marcador a registar um empate a 71 pontos.
Aylton, da linha de lance-livre, a 44 segundo do fim, falha os dois lances livres, o mesmo sucedeu com o lançamento triplo de Paulo Raminhos após o ressalto ofensivo conquistado. Richard Kadiri sofre falta a 5 segundos do fim, e não desperdiça os dois lances-livres a que teve direito (73-71).
Desconto de tempo pedido por Andry Melnychuk para preparar um último ataque para tentar empatar ou vencer ou jogo. Bola nas mãos de Tiago Pinto que na zona central arrisca, e com sucesso, jogar 1x1 e levar o jogo para o prolongamento.
Já sem o norte-americano Dain Swetalia (20 pontos, 5 ressaltos e 3 assistências), desqualificado com 5 faltas, o Illiabum, em teoria, entrava no tempo extra na mó de baixo. Cada posse de bola passava a ser decisiva, com Moacir Mota (5 pontos, 6 ressaltos e 2 assistências) a revelar-se determinante pelo papel desempenhado na tabela ofensiva, assim como a cumprir em termos ofensivos. O Illiabum chegava à vantagem de 4 pontos com pouco mais de um minuto para jogar, e foi com essa curta vantagem que geriu o jogo até final (81-80).
O norte-americano Richard Kadiri (19 pontos, 10 ressaltos, 5 desarmes de lançamento e 3 roubos de bola) voltou a ser o MVP do encontro, com 27.5 de valorização, tendo sido bem acompanhado na equipa do Illiabum por Daniel Felix autor de 15 pontos, 5 assistências, 4 ressaltos e 2 roubos de bola.
O base Tiago Pinto (23 pontos, 8 ressaltos e 5 assistências), que este ano regressou a Ponte de Sor, surgiu finalmente ao seu melhor nível nos últimos 25 minutos do jogo (22 pontos), num encontro em que Aylton Medeiros (15 pontos e 9 ressaltos) se bateu valentemente com os dois norte-americanos do Illiabum.
O Eléctrico FC foi a primeira equipa a apurar-se para a final do Troféu António Pratas, ao derrotar na primeira meia-final o Algés, por 67-62. O sucesso da defesa zona, bem como a aposta ganha de tentar jogar sempre rápido, permitiram ao conjunto alentejano uma vitória que parecia mais distante no final da 1ª parte. A falta de eficácia no lançamento, bem como o facto de ser uma equipa totalmente renovada, tornaram evidente o momento da época em que estamos.
O primeiro período foi equilibrado, apesar de ter sido o Algés a ganhar vantagem nos primeiros minutos (6-0), fruto de transições ofensivas rápidas. Esta foi aliás a melhor solução ofensiva explorada pelos dois conjuntos para superar a fraca eficácia de lançamento. O Eléctrico beneficiou do bom trabalho na tabela ofensiva, para a meio do período colocar-se pela primeira vez na frente do marcador (9-8). Daí até final as duas equipas mantiveram-se sempre muito próximas no marcador, tendo terminado na frente o Algés pela diferença mínima (15-14).
Para o segundo quarto o técnico Andrey Melnychuk apostou de inicio nas alternâncias defensivas, que tão bom resultado deram. Um parcial de 6-0 colocava os alentejanos na frente do marcador (20-15), diante uma equipa algesina que revelava alguns problemas em atacar a defesa zona 2x3 da equipa adversária. Só aumento da intensidade defensiva por parte da equipa lisboeta lhe permitiu a reviravolta no marcador (30-22), com o contra-ataque a revelar-se a melhor arma para contrariar a defesa zona do conjunto de Ponte de Sor.
O mau momento dos alentejanos, a acumularem imensos turnovers, só foi cortado pela conquista de um ressalto ofensivo por parte de Mário Jorge que fixou o resultado ao intervalo em 30-24 favorável ao Algés.
No recomeço do encontro, o Eléctrico apostou em definitivo na defesa zona 2x3, e com resultados positivos, já que diminui a produção atacante do Algés. Mas se a equipa lisboeta revelava dificuldades em acertar os tiros no interior da zona de curta e média distância, o Eléctrico não fazia muito melhor do lado oposto. Só de penetrações os alentejanos conseguiam fazer pontos, sem que no entanto se conseguissem aproximar no marcador (38-44).
No decisivo quarto, e em pouco menos de 3 minutos, o Eléctrico voltava a colocar-se na frente (47-46), aproveitando algum desnorte da equipa adversária para concluir alguns contra-ataques. A seca de pontos da equipa de Algés mantinha-se (2 pontos e 5 minutos) e só um triplo de António Pires interrompia a o aumento da diferença pontual (49-54). Já sem Aylton, desqualificado com 5 faltas, Andry aposta numa equipa mais baixa e regressa à defesa individual.
Nesta fase do jogo João Lanzinha assumiu papel decisivo com os seus lançamentos longos, o último dos quais a 2.30 minutos do final, que colocava o Eléctrico na frente com uma vantagem de 12 pontos (65-53).
Respondeu o Algés com 9 pontos consecutivos, sendo que os 6 primeiros foram de dois triplos convertidos (65-62). Jogava-se o último minuto e a equipa de Ponte de Sor não conseguia fazer pontos e via a vantagem pontual esfumar-se.
O jogo começava então a decidir-se da linha de lance-livre com Mário Jorge a falhar os dois a que teve direito a 33 segundos do final. Fidel Mendonça ainda tentou um triplo, mas foi Tiago Brito a selar o triunfo ao não falhar do lance-livre (67-62).
Defesa leva Illiabum à final
O Illiabum conquistou o direito a disputar a final do Troféu António Pratas (este domingo, diante do Eléctrico) depois de ter vencido na meia-final da competição, em Ponte de Sor, o Guifões por 67-50. A excelência da defesa ilhavense durante o último período do jogo, em que apenas permitiu 4 pontos, garantiu-lhe a vitória, mas por números que não revelam as dificuldades sentidas, bem como o que tão de positivo fez durante o jogo a equipa do Guifões.
No segundo jogo da tarde, Illiabum e Guifões mostram desde o inicio uma grande intensidade defensiva, própria de quem quer disputar uma final da competição. Os primeiros minutos foram de ligeiro ascendente do Guifões, como consequência da sua elevada intensidade defensiva e da agressividade colocada em termos ofensivos, onde as penetrações em drible provocavam faltas ou assistências para cestos fáceis. Apesar de no último minuto o Illiabum ter passado para a frente do marcador (17-15), as duas equipas terminaram o 1º período empatadas a 17 pontos.
No inicio do segundo quarto, o jogo manteve as mesmas características, com o conjunto de Ílhavo sempre a tentar explorar as vantagens interiores, nem sempre da melhor forma, e o Guifões a bater-se bem, quase sempre a cumprir com as ajudas e rotações defensivas. Mas foi já perto do final da primeira parte que os comandados de Alexandre Pires conseguiram afastar-se no marcador, desde o momento em que o tiro exterior começou a funcionar dando outra dimensão ao seu ataque (35-29).
No recomeço do encontro a equipa nortenha, fiel ao seu estilo, continuava a demonstrar grande paciência ofensiva, a manter sempre o principio de penetrar dentro e assistir fora. Desgastava a equipa adversária para além criar problemas nos ajustes defensivos. Do outro lado, a equipa ilhavense, numa demonstração de maturidade, segurava a liderança do jogo o que do ponto de vista emocional é sempre um factor importante. Como resultado do seu controlo perante a pressão da proximidade do resultado, no final do 3º período liderava por quatro pontos (50-46).
No decisivo quarto o aumento da intensidade defensiva por parte do conjunto de Ílhavo, que passou a resolver os problemas das penetrações em drible na relação do 1x1, condicionou o ataque da equipa de Guifões. Só passados quase oito minutos conseguiu fazer pontos, e numa fase em que o Illiabum já defendia zona 2x3. O base João Figueiredo começou a abrir o livro, em termos ofensivos, não só na forma como colocava a equipa a jogar, mas também com os pontos que contribuía no ataque, quer através de lançamentos longos, ou a explorar as situações de bloqueio directo. (63-47). O encontro estava decidido pelo que só faltava deixar o tempo acabar.
Destaque para a grande segunda parte de João Figueiredo (17 pontos, 6 ressaltos e 3 assistências), não só a fazer pontos (13) mas na forma como comandou a equipa dentro de campo. E para a utilidade do norte-americano Richard Kadiri (8 pontos, 10 ressaltos, 3 roubos de bola e desarmes de lançamento) preponderante no trabalho “sujo” da equipa.
O poste Odair Conceição (17 pontos e 10 ressaltos) foi o mais produtivo do conjunto de Guifões, embora não tenha conseguido manter na segunda parte a produtividade e eficácia que tinha revelado nos primeiros 20 minutos do jogo.
Illiabum vence António Pratas
Aveirenses derrotam Eléctrico na final
O Illiabum começou com o pé direito a nova temporada do campeonato da Proliga, ao bater com sofrimento, e após prolongamento (81-80), o Eléctrico, em Ponte de Sor, na primeira final da época – o Troféu António Pratas. Uma prova que mostrou existir equilíbrio entre as equipas da prova, algo que só vem beneficiar e valorizar o campeonato desta temporada.
O primeiro período desta final foi parco em pontos, com as duas equipas a acumularem turnovers e uma tremenda falta de eficácia nos lançamentos de campo. O Illiabum dominava as tabelas, mas as segundas posses de bola não eram capitalizadas em pontos, o que permitia à equipa alentejana, com o recurso a alternâncias defensivas equilibrar o encontro. O empate a 11 pontos no final do quarto reflectia na perfeição aquilo que se tinha passado dentro de campo.
O maior equilíbrio na luta das tabelas, bem como uma ligeira melhoria na eficácia do lançamento, permitiu ao conjunto de Ponte de Sor conseguir um ligeiro ascendente nos primeiros minutos do segundo quarto (20-15). Com um parcial de 9-0, a provar que também tinha capacidade para atacar pelo perímetro, o Illiabum retorna à liderança do jogo (24-20). Nos últimos minutos da primeira parte o equilíbrio entre as duas equipas voltou s surgir, bem como a superioridade das defesas relativamente aos ataques. O intervalo chegava com a equipa do Eléctrico na frente pela curta vantagem de um ponto (29-28).
O descanso fez nem ao conjunto de Ílhavo, já que no recomeço, e passados apenas 2 minutos de jogo, comandava por seis pontos de vantagem (36-30). O sucesso da zona 2x3 dos alentejanos passava a não ter tão evidente, até porque o Illiabum dava sinais de se ter conseguido ajustar em termos ofensivos (35-44). A meio do período foi a vez do técnico Alexandre Pires tentar a defesa zona, embora tenha sido o descontrolo emocional de alguns atletas do conjunto alentejano que permitiram ao Illiabum terminar na frente o 3º período (53-44).
O decisivo quarto a formação de Ílhavo aparentava ter o jogo controlado, com os experientes bases Daniel Felix e João Figueiredo (12 pontos, 4 assistências, 3 ressaltos e 3 roubos de bola) a gerirem a vantagem na casa das dezenas. Mas com 8 pontos consecutivos, dos quais seis foram de triplos, o Eléctrico aproximava-se no marcador (58-61).
O encontro voltava a ganhar emoção, Tiago Pinto com mais dois triplos consecutivos voltava a colocar o Eléctrico na frente (67-66), o que deixava tudo em aberto para os pouco mais de 3 minutos que restavam jogar. As alternâncias no comando do marcador bem como os empates passaram a ser uma constante, pelo que se entrou no último quarto com o marcador a registar um empate a 71 pontos.
Aylton, da linha de lance-livre, a 44 segundo do fim, falha os dois lances livres, o mesmo sucedeu com o lançamento triplo de Paulo Raminhos após o ressalto ofensivo conquistado. Richard Kadiri sofre falta a 5 segundos do fim, e não desperdiça os dois lances-livres a que teve direito (73-71).
Desconto de tempo pedido por Andry Melnychuk para preparar um último ataque para tentar empatar ou vencer ou jogo. Bola nas mãos de Tiago Pinto que na zona central arrisca, e com sucesso, jogar 1x1 e levar o jogo para o prolongamento.
Já sem o norte-americano Dain Swetalia (20 pontos, 5 ressaltos e 3 assistências), desqualificado com 5 faltas, o Illiabum, em teoria, entrava no tempo extra na mó de baixo. Cada posse de bola passava a ser decisiva, com Moacir Mota (5 pontos, 6 ressaltos e 2 assistências) a revelar-se determinante pelo papel desempenhado na tabela ofensiva, assim como a cumprir em termos ofensivos. O Illiabum chegava à vantagem de 4 pontos com pouco mais de um minuto para jogar, e foi com essa curta vantagem que geriu o jogo até final (81-80).
O norte-americano Richard Kadiri (19 pontos, 10 ressaltos, 5 desarmes de lançamento e 3 roubos de bola) voltou a ser o MVP do encontro, com 27.5 de valorização, tendo sido bem acompanhado na equipa do Illiabum por Daniel Felix autor de 15 pontos, 5 assistências, 4 ressaltos e 2 roubos de bola.
O base Tiago Pinto (23 pontos, 8 ressaltos e 5 assistências), que este ano regressou a Ponte de Sor, surgiu finalmente ao seu melhor nível nos últimos 25 minutos do jogo (22 pontos), num encontro em que Aylton Medeiros (15 pontos e 9 ressaltos) se bateu valentemente com os dois norte-americanos do Illiabum.
in fpb.pt
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Nos dias 15 e 16 de Outubro, QUEREMOS TODOS NO PAVILHÃO MUNICIPAL
No próximo fim-de-semana, nos dias 15 e 16 de Outubro, convidamos todos os adeptos do Eléctrico, Algés, Iliabum e Guifões a comparecer no Pavilhão Municipal de Ponte de Sor para a final do Torneio António Pratas/Proliga.
Pedimos a todos os adeptos da modalidade, para que divulguem e apoiem este acontecimento, e mais importante... QUE COMPAREÇAM NO PAVILHÃO MUNICIPAL DE PONTE DE SOR.
Pedimos a todos os adeptos da modalidade, para que divulguem e apoiem este acontecimento, e mais importante... QUE COMPAREÇAM NO PAVILHÃO MUNICIPAL DE PONTE DE SOR.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Final Four do Trofeu António Pratas/Proliga em Ponte de Sor
Terminou a Fase de Grupos do Troféu António Pratas 2011-12, competição que marca o arranque oficial da temporada para as equipas da Proliga. Os jogos das Meias-finais e Final serão disputados no próximo fim-de-semana, em Ponte de Sôr, com a presença da equipa da casa Eléctrico F.C., para além das equipas do Algés, Guifões Sport Clube e Illiabum Clube com vista a lutarem pela conquista do primeiro troféu da época.
Dia 15 Outubro 2011
Eléctrico vs Algés (16h30 horas)
Guifões vs Illiabum (18h30 horas)
Guifões vs Illiabum (18h30 horas)
Eléctrico apurado para a Final Four do Trofeu António Pratas/Proliga
Algés, Eléctrico e Illiabum na final-four
São já três as equipas que já garantiram a presença na final-four do Troféu António Pratas/Proliga. O que significa que, Algés, no Grupo Sul, Eléctrico FC, no Grupo Centro Sul e Illiabum, no Grupo Centro Norte, venceram os seus jogos nesta primeira fase da competição.
A equipa algesina sofreu para garantir a presença na fase seguinte da competição, uma vez que as duas vitórias conseguidas foram por margens muito curtas. Depois de ter vencido, fora de portas, na primeira jornada do grupo o Galitos FC por apenas quatro pontos (70-66), na jornada deste sábado, em Algés, teve de suar outra vez para levar de vencida a equipa açoriana do AngraBasket (82-80).
Quem também venceu os seus dois jogos da série foi o Eléctrico FC. O conjunto de Ponte de Sôr deslocou-se na primeira jornada a Óbidos para apadrinhar a estreia do Gaeirense na Proliga e venceu por dez pontos de diferença (92-82). O segundo jogo era em teoria bem mais complicado, mas perante o seu público os alentejanos venceram a equipa da Física de Torres Vedras, por 68-59.
Mais a norte, o Illiabum, que este ano regressa ao Campeonato da Proliga, passou com distinção na 1ª jornada, ao sair vitorioso da sempre difícil deslocação a Sangalhos (72-50). Já este sábado, e a jogar em casa, os ilhavenses derrotaram a Oliveirense (75-61), um dos clubes históricos da modalidade e que este ano garantiu a subida.
No Grupo do Norte só na terceira jornada se ficará a saber quem ocupará a última vaga na final-four. A única certeza é que quarta equipa a participar na final four da competição, irá ser o vencedor jogo que coloca frente a frente, este domingo, às 17 horas, Guifões e CD Póvoa. Isto por que os poveiros derrotaram, na Maia, a equipa da casa, por 63-51. Uma vez que os maiatos tinham perdido na jornada inaugural na deslocação que efectuaram a Guifões (61-65), ficam arredados da discussão pela passagem à fase seguinte da prova.
Guifões é o último semi-finalista Triunfo sobre o CD Póvoa vale final four
O Guifões foi a última equipa a garantir a presença na final four do Troféu António Pratas, ao terminar invicta no comando do Grupo Norte. Depois de ter derrotado este domingo, em casa, no jogo que decidia quem passaria à fase seguinte da prova o CD Póvoa, por 82-61. A equipa de Guifões junta-se assim ao Algés, ao Eléctrico FC e ao Illiabum, na discussão do primeiro troféu em disputa da presente temporada.
São já três as equipas que já garantiram a presença na final-four do Troféu António Pratas/Proliga. O que significa que, Algés, no Grupo Sul, Eléctrico FC, no Grupo Centro Sul e Illiabum, no Grupo Centro Norte, venceram os seus jogos nesta primeira fase da competição.
A equipa algesina sofreu para garantir a presença na fase seguinte da competição, uma vez que as duas vitórias conseguidas foram por margens muito curtas. Depois de ter vencido, fora de portas, na primeira jornada do grupo o Galitos FC por apenas quatro pontos (70-66), na jornada deste sábado, em Algés, teve de suar outra vez para levar de vencida a equipa açoriana do AngraBasket (82-80).
Quem também venceu os seus dois jogos da série foi o Eléctrico FC. O conjunto de Ponte de Sôr deslocou-se na primeira jornada a Óbidos para apadrinhar a estreia do Gaeirense na Proliga e venceu por dez pontos de diferença (92-82). O segundo jogo era em teoria bem mais complicado, mas perante o seu público os alentejanos venceram a equipa da Física de Torres Vedras, por 68-59.
Mais a norte, o Illiabum, que este ano regressa ao Campeonato da Proliga, passou com distinção na 1ª jornada, ao sair vitorioso da sempre difícil deslocação a Sangalhos (72-50). Já este sábado, e a jogar em casa, os ilhavenses derrotaram a Oliveirense (75-61), um dos clubes históricos da modalidade e que este ano garantiu a subida.
No Grupo do Norte só na terceira jornada se ficará a saber quem ocupará a última vaga na final-four. A única certeza é que quarta equipa a participar na final four da competição, irá ser o vencedor jogo que coloca frente a frente, este domingo, às 17 horas, Guifões e CD Póvoa. Isto por que os poveiros derrotaram, na Maia, a equipa da casa, por 63-51. Uma vez que os maiatos tinham perdido na jornada inaugural na deslocação que efectuaram a Guifões (61-65), ficam arredados da discussão pela passagem à fase seguinte da prova.
Guifões é o último semi-finalista Triunfo sobre o CD Póvoa vale final four
O Guifões foi a última equipa a garantir a presença na final four do Troféu António Pratas, ao terminar invicta no comando do Grupo Norte. Depois de ter derrotado este domingo, em casa, no jogo que decidia quem passaria à fase seguinte da prova o CD Póvoa, por 82-61. A equipa de Guifões junta-se assim ao Algés, ao Eléctrico FC e ao Illiabum, na discussão do primeiro troféu em disputa da presente temporada.
in www.fpb.pt
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Novo Eléctrico apresenta-se Sábado aos seus adeptos
No próximo Sábado às 16h30m:
Eléctrico vs Gálitos
Eléctrico vs Gálitos
A família "Eléctrico"

Aqui está uma foto de família, com os novos reforços (o velho conhecido) Tiago Pinto e Mário Jorge.
Destaque para a presença do saudoso Valentyn Melnychuk, e dos jovens Artem e Gonçalo Pascoal.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Entrevista no jornal "Ecos do Sor"
Andriy Melnichuck, treinador de basquete do EFC:
“Temos tudo para fazer um bom campeonato”
A equipa sénior de Basquete do Eléctrico começa hoje, terçafeira, dia 13, os treinos com vista à preparação da época que se adivinha. Andriy Melnychuck, treinador da equipa (à esquerda, na foto), não quer repetir os erros da época passada e afirma que os objectivos da equipa passam pela manutenção na Proliga e por conseguir um lugar no Palyoff. O clube, que nesta época se viu limitado na contratação de jogadores de fora, aposta forte na “prata da casa”. João Pedro Lanzinha (à direita, na foto) é um dos rostos da formação do clube pontessorense. “Não gosto muito de falar sobre o futuro antes de começar a competir”, diz-nos Andriy Melnichuck. “Mas penso que mesmo com dificuldades financeiras conseguimos criar uma equipa bastante competitiva”, acrescenta. Andriy não espera facilidades no Campeonato e, apesar da crise que o país atravessa assegura que os 12 adversários do Eléctrico estão bem preparados para a competição. “Os orçamentos são mais limitados para todos, é verdade. A crise está aí e o basquete não foge à regra. As equipas têm menos dinheiro mas os jogadores, por seu lado, também não têm onde jogar”, frisa. Em relação ao Eléctrico, Andriy diz que para formar um bom plantel, o dinheiro não é o mais importante. “Penso que se a direcção do clube nos ajudar na organização dos treinos e se a equipa responder, podemos fazer um bom campeonato. Temos três jogadores com grande experiência que já passaram pela Liga. Este ano, temos a obrigação de jogar com oito jogadores ‘da casa’. Muitos deles também já passaram pela Proliga e ganharam experiência. No final da época passada, a direcção explicou-me que teríamos de apostar mais nos jogadores da casa. Acordámos que o plantel para este ano teria apenas quatro jogadores de fora” revela o treinador.
Tiago Pinto está de volta
Em relação às entradas e às saídas do plantel, Andriy explica que houve mexidas no “cinco principal” da época passada. “Saíram o Jorge Afonso, que jogou por cá duas épocas e foi o nosso melhor marcador durante esse período. Porém, teve de sair por motivos pessoais. Saíram também, o nosso poste, Dinis Neves e o base, Edson Ferreira, que optou por regressar a Angola”. Já em relação às”caras novas” do plantel, o treinador do Eléctrico destaca o regresso de Tiago Pinto e a aquisição do experiente Mário Jorge. “O Tiago foi um dos melhores jogadores de sempre do basquete do Eléctrico e ficámos muito felizes com este regresso. Com a entrada deste jogador penso que a falta de Jorge Afonso fica colmatada. O Tiago vai ajudar a equipa na organização de jogo e na concretização, tenho a certeza disso. Conseguimos também contratar um jogador que passou por muitas equipas da Liga Portuguesa nas últimas sete épocas, trata-se de Mário Jorge, na última época capitão da equipa do Barreirense”, afirma Andriy Melnichuck que espera não voltar a cometer os erros do passado. “Penso que Benedito Açúcar foi uma aposta falhada. Convidei-o para a equipa e no final da época chegou a ficar fora dos jogos. Reconheço que errei. Mas do plantel deste ano, julgo que todas as aquisições têm provas dadas”, admite.
“Podemos fazer melhor que no ano anterior”
João Pedro Lanzinha, 22 anos, é um dos atletas que Andriy tem à disposição. Formado no clube, joga basquete desde os oito anos de idade e chegou a representar a Selecção Nacional. “Vai ser uma prova mais difícil este ano, mas julgo que podemos fazer uma melhor época que a anterior. Ambicionamos mais que no ano passado. Saíram bons jogadores, é verdade, mas também entraram bons valores”, disse ao nosso jornal. O atleta terminou a este ano a licenciatura em Engenharia Informática, na Universidade da Beira Interior, Covilhã, e espera continuar o Mestrado “em Lisboa ou na Covilhã, ainda não sei onde fico”. Para o jovem extremo, a vida de estudante não complica as contas enquanto jogador de basquete. “Sempre estudei e joguei ao mesmo tempo. É uma tarefa exigente porque tenho de conciliar bem as duas coisas, o que, até à data, tenho conseguido”. À pergunta até onde pode ir esta equipa do Eléctrico, João Pedro admite: “penso que podemos fazer uma boa época e ambicionar mais que no ano passado”. Os treinos da equipa de Basquete do Eléctrico começam hoje, dia 13 de Setembro, e a primeira deslocação para o Campeonato da Proliga acontece a 27 de Outubro. O Eléctrico defronta a equipa de Física de Torres Vedras. “Vai ser um jogo difícil”, acrescenta. “A equipa adversária tem um plantel muito forte e é um candidato à subida de divisão”, antevê Andriy Melnychuck. O Eléctrico joga a primeira partida oficial da época no Torneio António Pratas, obrigatório para todas as equipas que disputam o Campeonato da Proliga, que começa a 7 de Outubro.
“Temos tudo para fazer um bom campeonato”
A equipa sénior de Basquete do Eléctrico começa hoje, terçafeira, dia 13, os treinos com vista à preparação da época que se adivinha. Andriy Melnychuck, treinador da equipa (à esquerda, na foto), não quer repetir os erros da época passada e afirma que os objectivos da equipa passam pela manutenção na Proliga e por conseguir um lugar no Palyoff. O clube, que nesta época se viu limitado na contratação de jogadores de fora, aposta forte na “prata da casa”. João Pedro Lanzinha (à direita, na foto) é um dos rostos da formação do clube pontessorense. “Não gosto muito de falar sobre o futuro antes de começar a competir”, diz-nos Andriy Melnichuck. “Mas penso que mesmo com dificuldades financeiras conseguimos criar uma equipa bastante competitiva”, acrescenta. Andriy não espera facilidades no Campeonato e, apesar da crise que o país atravessa assegura que os 12 adversários do Eléctrico estão bem preparados para a competição. “Os orçamentos são mais limitados para todos, é verdade. A crise está aí e o basquete não foge à regra. As equipas têm menos dinheiro mas os jogadores, por seu lado, também não têm onde jogar”, frisa. Em relação ao Eléctrico, Andriy diz que para formar um bom plantel, o dinheiro não é o mais importante. “Penso que se a direcção do clube nos ajudar na organização dos treinos e se a equipa responder, podemos fazer um bom campeonato. Temos três jogadores com grande experiência que já passaram pela Liga. Este ano, temos a obrigação de jogar com oito jogadores ‘da casa’. Muitos deles também já passaram pela Proliga e ganharam experiência. No final da época passada, a direcção explicou-me que teríamos de apostar mais nos jogadores da casa. Acordámos que o plantel para este ano teria apenas quatro jogadores de fora” revela o treinador.
Tiago Pinto está de volta
Em relação às entradas e às saídas do plantel, Andriy explica que houve mexidas no “cinco principal” da época passada. “Saíram o Jorge Afonso, que jogou por cá duas épocas e foi o nosso melhor marcador durante esse período. Porém, teve de sair por motivos pessoais. Saíram também, o nosso poste, Dinis Neves e o base, Edson Ferreira, que optou por regressar a Angola”. Já em relação às”caras novas” do plantel, o treinador do Eléctrico destaca o regresso de Tiago Pinto e a aquisição do experiente Mário Jorge. “O Tiago foi um dos melhores jogadores de sempre do basquete do Eléctrico e ficámos muito felizes com este regresso. Com a entrada deste jogador penso que a falta de Jorge Afonso fica colmatada. O Tiago vai ajudar a equipa na organização de jogo e na concretização, tenho a certeza disso. Conseguimos também contratar um jogador que passou por muitas equipas da Liga Portuguesa nas últimas sete épocas, trata-se de Mário Jorge, na última época capitão da equipa do Barreirense”, afirma Andriy Melnichuck que espera não voltar a cometer os erros do passado. “Penso que Benedito Açúcar foi uma aposta falhada. Convidei-o para a equipa e no final da época chegou a ficar fora dos jogos. Reconheço que errei. Mas do plantel deste ano, julgo que todas as aquisições têm provas dadas”, admite.
“Podemos fazer melhor que no ano anterior”
João Pedro Lanzinha, 22 anos, é um dos atletas que Andriy tem à disposição. Formado no clube, joga basquete desde os oito anos de idade e chegou a representar a Selecção Nacional. “Vai ser uma prova mais difícil este ano, mas julgo que podemos fazer uma melhor época que a anterior. Ambicionamos mais que no ano passado. Saíram bons jogadores, é verdade, mas também entraram bons valores”, disse ao nosso jornal. O atleta terminou a este ano a licenciatura em Engenharia Informática, na Universidade da Beira Interior, Covilhã, e espera continuar o Mestrado “em Lisboa ou na Covilhã, ainda não sei onde fico”. Para o jovem extremo, a vida de estudante não complica as contas enquanto jogador de basquete. “Sempre estudei e joguei ao mesmo tempo. É uma tarefa exigente porque tenho de conciliar bem as duas coisas, o que, até à data, tenho conseguido”. À pergunta até onde pode ir esta equipa do Eléctrico, João Pedro admite: “penso que podemos fazer uma boa época e ambicionar mais que no ano passado”. Os treinos da equipa de Basquete do Eléctrico começam hoje, dia 13 de Setembro, e a primeira deslocação para o Campeonato da Proliga acontece a 27 de Outubro. O Eléctrico defronta a equipa de Física de Torres Vedras. “Vai ser um jogo difícil”, acrescenta. “A equipa adversária tem um plantel muito forte e é um candidato à subida de divisão”, antevê Andriy Melnychuck. O Eléctrico joga a primeira partida oficial da época no Torneio António Pratas, obrigatório para todas as equipas que disputam o Campeonato da Proliga, que começa a 7 de Outubro.
Eléctrico prepara regresso aos treinos
E finalmente a nova época vai começar.
Os treinos da equipa sénior de basquetebol do Eléctrico vão começar hoje, 13 de Setembro.
As entradas de Tiago Pinto (ex. Académica) e Mário Jorge (ex. Barreirense)são talvez as maiores novidades.
Nas saídas, o maior destaque vai para Jorge Afonso, que por motivos pessoais abandonou o clube, onde exerceu as funções de capitão de equipa. Outras saídas, a do base Edson Ferreira, a do extremo Benedito Suca e a do poste Denis Neves.
Nos próximos dias poderão existir algumas novidades relativamente à constituição final do plantel que vai atacar a próxima edição da Proliga.
Os treinos da equipa sénior de basquetebol do Eléctrico vão começar hoje, 13 de Setembro.
As entradas de Tiago Pinto (ex. Académica) e Mário Jorge (ex. Barreirense)são talvez as maiores novidades.
Nas saídas, o maior destaque vai para Jorge Afonso, que por motivos pessoais abandonou o clube, onde exerceu as funções de capitão de equipa. Outras saídas, a do base Edson Ferreira, a do extremo Benedito Suca e a do poste Denis Neves.
Nos próximos dias poderão existir algumas novidades relativamente à constituição final do plantel que vai atacar a próxima edição da Proliga.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Tópico para discutir a época do nosso Eléctrico
Como forma a tornar o nosso blog mais eficaz e dinâmico, este tópico é criado para que os nossos adeptos possam espressar as suas opiniões através de comentários, para que seja possível tirar conclusões da época que acabou.
Esperamos que alinhem, e usem os vossos comentários para expressar opiniões coerentes sobre o que foi a época deste ano, pontos positivos/negativos, entre outros.
Alma Eléctrico
Esperamos que alinhem, e usem os vossos comentários para expressar opiniões coerentes sobre o que foi a época deste ano, pontos positivos/negativos, entre outros.
Alma Eléctrico
Terceira Basket é o campeão da Proliga
E está encontrado o campeão da Proliga da época 2010/2011.
E o Terceira Basket é o grande vencedor, ao derrotar os grandes favoritos e vencedores da fase regular Barcelos. O campeão foi encontrado (como se diz na gíria) na negra, ou seja, na última partida do playoff.
Como estas duas equipas foram as finalistas da Proliga, ambas as formações garantiram o bilhete de subida para a Liga Portuguesa de Basquetebol.
No caminho inverso, vem o Barreirense e a Iliabum.
E o Terceira Basket é o grande vencedor, ao derrotar os grandes favoritos e vencedores da fase regular Barcelos. O campeão foi encontrado (como se diz na gíria) na negra, ou seja, na última partida do playoff.
Como estas duas equipas foram as finalistas da Proliga, ambas as formações garantiram o bilhete de subida para a Liga Portuguesa de Basquetebol.
No caminho inverso, vem o Barreirense e a Iliabum.
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