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quarta-feira, 20 de agosto de 2008

3 para 3 com João Pinto


Esta semana decidimos desafiar para o “3 para 3” o atleta João Pinto. Depois de na semana passada termos tido oportunidade de conversar com ele no espaço “Jogo Interior” em conjunto com o seu irmão Francisco Pinto, não resistimos a colocar-lhe mais algumas questões. Se na referida rubrica referiu que “são precisas umas mãos femininas no balneário”, agora não se coibiu de dizer que no mínimo quer o apuramento para os playoff, se possível em primeiro!


Na próxima época vais defrontar jogadores de elevado poderio físico na luta das tabelas. Sentes-te preparado?

- Temos que estar preparados não só fisicamente para cada jogo mas também psicologicamente, e esta sim é a principal chave da equipa. É certo que fisicamente vão existir jogadores com um porte físico diferente do que tem acontecido até agora, mas estou certo que com trabalho, vontade, força e garra dentro de campo o poderio físico é importante mas a vontade de ganhar é determinante e essa nunca falta. Individualmente é certo que vou ter de trabalhar, mas toda a equipa vai ter de o fazer. Felizmente este ano o Técnico (I.S.T.) permite-me dispor de mais tempo para trabalhar em prol da equipa e acho que isso vai ser bom para mim, com trabalho estamos sempre preparados para jogar contra quem quer que seja. Venham eles!


Os adeptos da Secção são normalmente bastante interventivos durante os jogos. Sentes que eles desempenham um papel importante nas vossas exibições?

- Em qualquer que seja o pavilhão é sempre bom ouvir o eco do nome da equipa pela qual damos tudo o que temos. Em Ponte de Sôr assiste-se a algo completamente “fora” do que é normal em termos basquetebolísticos. Temos sempre imensos adeptos a ver os jogos, são sempre bastante interventivos e vivem cada passe, cada drible e cada cesto da mesma forma que nós sentimos dentro de campo. Existe muita gente em Ponte de Sôr que adora este desporto e o vive de forma entusiástica, o que é bom para nós jogadores. Jogar num pavilhão cheio de ar e vento ou jogar num pavilhão cheio de vontade de ganhar, com adeptos a gritar pela nossa vitória e excitados por cada jogada mágica que aconteça, tem diferenças que muitas vezes se reflectem nos resultados obtidos.


Quais as perspectivas para a próxima época?

- A nossa equipa é repleta de bons jogadores, tanto eu como eles só queremos ganhar, e é essa a minha perspectiva para esta próxima época. Quero ganhar tudo o que puder, não gosto de perder e esta equipa não está a ser “construída” para andar a passear pela Proliga. O mínimo que se vai querer, e que eu quero, é o apuramento para os playoffs, se puder ser em primeiro como aconteceu na época transacta, vamos todos trabalhar para isso.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

3 para 3 com João Braz


Esta semana decidimos convidar para o 3 para 3 o jovem João Braz. Apesar de completar este ano apenas 18 anos já fez alguns jogos pela equipa Sénior e mais uma vez irá integrar este plantel. É sem dúvida uma das esperanças da Secção e nele se encontram depositadas grandes expectativas para o futuro.


Apesar de seres jovem tens integrado o plantel sénior. Sentes que essa situação tem ajudado a tua evolução como jogador?

- Claro que sim, treinar com jogadores de maior experiência dá-me a possibilidade de evoluir a todos os níveis, não só de nível técnico mas sobretudo no nível tactico que são de grande importancia.

Alguns dos teus colegas mais jovens têm conseguido afirmar-se no plantel sénior. Sentes que podes ser o próximo?

- Sim, trabalho sempre com a intenção de vir um dia integrar a equipa de seniores.

Quais as perspectivas para a próxima época?

- Nos juniores A penso que tenho mais possibilidade de jogar e de dar maior contributo à equipa mas se integrar em alguma altura a equipa de seniores darei sempre o meu melhor como jogador de basquetebol.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Sabias Que...


Sabias que a 1ª Taça de Honra, actual Taça de Portugal, foi realizada na época 1943/1944 e que o vencedor foi o Atlético Clube de Portugal?

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

3 para 3 com Inácio Fernandes


Chegou a Ponte de Sôr proveniente do Atlético Clube de Portugal, depois de passagens por Sport Lisboa e Benfica, Núcleo Basquetebol Cachoeiras e União Desportiva e Cultural do Forte. Pelo meio deu ainda um saltinho até Espanha. A sua afirmação foi imediata. Dentro do campo a sua vontade de vencer não tem limites e fora dele contagia todos os que o rodeiam com a sua boa disposição. Apesar de não ter sido formado na Secção de Basquetebol do Eléctrico Futebol Clube é tido como um atleta da casa e que dá sempre tudo o que tem pela camisola que enverga. Dos mais jovens aos menos jovens todos se deixam conquistar pela sua forma de ser. O seu nome está intimamente ligado ao passado recente da Secção e é um verdadeiro símbolo da mesma. O nosso convidado desta semana no espaço 3 para 3 é obviamente Inácio Fernandes.


Depois de tantos anos ao serviço da Secção já podemos falar de "amor à camisola"?

- “Amor à Camisola” depende da forma analisar de cada qual! O que eu faço e que me dá imenso prazer é defender às minhas cores a "todo o Custo”. Quem me conhece sabe que não gosto de perder! Ainda me lembro do primeiro treino que realizei na Ponte de Sôr, assim como o primeiro jogo. A alegria na cara de muitos depois da vitória ante o Pedro Nunes. Era uma equipa nova e destemida que precisava de uma catapulta que a torna-se madura e ainda mais competitiva, porque tínhamos jogadores mas faltava liderança dentro de campo. E o resultado foi fantástico, nesse ano conseguimos ser campeões! E passado quase uma década, voltamos a ser. É importante salientar tal facto, pois representa todo o nosso esforço para com o clube, reflectidos em muita dedicação, suor e sofrimento. Já tenho, quase meia vida de convívio com a comunidade, que sempre me recebeu bem. E o meu grande orgulho são os grandes Amigos que aqui criei, desde os mais novos aos mais velhos.

Nos escalões de formação do clube existem jovens talentos com capacidade para garantir o futuro do basquetebol em Ponte de Sôr?

- Tecnicamente falando a “ Garantia da Qualidade “ advém da forma como estão interligados os processos, assim como a gestão dos mesmos. E pelo que tenho observado ao longo destes anos, existe uma grande ambição em criar uma estrutura sólida, que visa aumentar e melhorar os recursos da Secção de Basquetebol, a nível das Infra-estruturas, Financeiro, Logístico e o mais importante a nível dos Recursos Humanos. É com grande prazer que posso afirmar que os nossos “Putos são uma Máquina”, pois no momento em que foram precisos estiveram lá e corresponderam da melhor forma. É sem dúvida um grande orgulho ter presenciado o seu desenvolvimento, alguns desde Minis. Recordo a pré-temporada de 2006/2007 quando fomos jogar contra o Galitos e a nossa equipa tinha apenas 4 reais Seniores, pensei que seria uma época fraca, mas os rapazes fizeram questão de mostrar os seus atributos e passados dois anos conseguiram ser consagrados Campeões da Zona Sul em Seniores e Campeões Nacionais em Juniores. O que responde claramente a qualquer dúvida que surja a cerca do seu valor.

Quais as perspectivas para a época 2008/2009?

- Muito trabalho!!! Que é mesmo como eu gosto. E se todas às expectativas se concretizarem, vou trabalhar para ser melhor que o Inácio Fernandes de 1998/1999. Acreditem!!!!!


" ALMA E CORAGEM ELÉCTRICO"

INÁCIO FERNANDES

quarta-feira, 30 de julho de 2008

3 para 3 com João Lanzinha


Para o 3 para 3 desta semana desafiámos João Lanzinha, atleta dos plantéis de Juniores A e Seniores Masculinos. Aos 19 anos de idade prepara-se para fazer a sua terceira época no plantel Sénior depois já ter estado ao serviço da Selecção Nacional de Sub-18 e de ter vencido, entre outros, o Campeonato da CNB1-Zona Sul e a Taça Nacional de Sub-20. Conhecido pela forma serena com que encara cada partida e por revelar uma maturidade invulgar para a sua idade mesmo nos ambientes mais adversos, é já uma imagem de marca da Secção e da sua formação, tendo encarado com a sua tranquilidade habitual mais este desafio.

Tens conseguido afirmar-te no plantel Sénior e revelado uma grande maturidade apesar da idade. Qual o teu segredo?

- Segredo? Bem, penso que a afirmação vem desde o início da época e apesar da lesão que sofri a meio e que me impossibilitou de jogar durante cerca de 1 mês tive de trabalhar mais para voltar a merecer novamente a confiança do treinador. Ao início foi um pouco difícil voltar a jogar porque jogava sempre com medo de poder lesionar-me novamente mas a medida que a época foi avançando fui ganhando confiança, confiança essa que veio boa parte dela da equipa de juniores. Em relação a maturidade, penso que isso já é algo que sempre tive e com a qual por exemplo já tinha discutido com colegas de equipa pois entro para os jogos sem pressão. Apenas vou para o campo, jogo e durante o jogo vou tentando melhorar a minha maneira de jogar, mas tudo “sem stress”!


Sendo tu um jogador formado na Secção qual a tua opinião sobre o trabalho que tem sido desenvolvido a esse nível?

- Penso que o basquetebol em Ponte de Sôr tem vindo a crescer cada vez mais e com a subida a um escalão superior por parte da equipa Sénior do E.F.C. fez com que não fosse só o futebol a ser “acarinhado” pelos habitantes pontessorenses. Claro que isto tudo se deve ao grande apoio e confiança que algumas pessoas sempre tiveram em nós e que sempre nos ajudaram.

Em relação à Secção, acho que se tem vindo a desenvolver um trabalho muito bom desde o início da temporada, não só com a contratação de jogadores que nos ajudaram e muito (em termos de jogo e a nós juniores) dentro e fora do campo, como a criar uma equipa mais coesa e competitiva. Com a criação do novo pavilhão e do Blogue do E.F.C., penso que se tem motivado as pessoas para um maior apoio ao basquetebol não só da cidade mas também de fora. Desde já os meus parabéns pela iniciativa!


Quais as perspectivas para a próxima época?

- Depois de uma época bastante difícil e cansativa, com a entrada para a Proliga dos Seniores e com a vitória na Taça Nacional dos juniores A, o principal objectivo desta época em relação aos Seniores será ir ao playoff ou, se não conseguirmos esse objectivo, no mínimo a manutenção na Proliga. Penso que esta nova época irá ser muito rentável para todos nós, uma vez que iremos jogar com equipas de topo a nível nacional, o que desde logo ira trazer o nome do E.F.C. um pouco mais “ao de cima”. Já para os Juniores apenas desejo uma época tão boa ou melhor que a época transacta, uma vez que, à partida, já não iremos jogar na Taça Nacional, espero que consigamos fazer boa figura no Campeonato Nacional e tentar chegar o mais longe possível ou até mesmo tentar sermos campeões.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

3 para 3 com Paulo Raminhos

Produto das escolas de formação da Secção, Paulo Raminhos tem-se evidenciado ano após ano sendo já uma referência do basquetebol pontessorense. Esteve no Centro de Alto Rendimento do Jamor, marcou presença no Campeonato da Europa de Sub-18 e na época transacta, apesar de ser bastante jovem, iniciou a sua carreira de treinador na formação da Secção. A forma apaixonada com que se entrega em cada jogo é demonstrativa do carinho que tem pela modalidade e pela camisola que enverga. Como não é rapaz para fugir a um desafio aceitou sem problemas participar neste 3 para 3.


Como foi para ti a sensação de participar num Campeonato da Europa com as cores nacionais?

- Para mim participar num Campeonato da Europa pela selecção portuguesa foi grande privilégio porque joguei contra jogadores de elevado nível, sendo também uma grande responsabilidade porque estava a representar o meu país, a minha região, o meu distrito, a minha cidade e o meu clube. O Campeonato da Europa permitiu-me evoluir e ter uma pequena visão do que é o basquetebol nos outros países. É uma experiência que quero repetir.


Iniciaste-te na última temporada como treinador na formação da Secção. Como correu essa nova experiência?

- Na época passada treinei os Juniores B e ajudei o Andry a treinar os Iniciados Masculinos. A experiência no geral foi boa tendo mais dificuldades nos Juniores B porque eu ia treinar amigos e "ex" colegas de equipa. A equipa em termos de jogadores era reduzida e tive de "arranjar" malta para a equipa. No final terminámos em 4º lugar.

Nos iniciados a estrutura já estava montada pelo Andry e aí o meu papel era ajudar a treina-los já que eles são cerca de 20. Esta equipa terminou o campeonato em 3º e ganhou o torneio de infantis.

Ser treinador é uma experiência que quero continuar!


Quais as perspectivas para a temporada 2008/2009?

- A próxima época irá ser muito difícil mas nós temos que entrar em todos os jogos para ganhar, temos que ser ambiciosos porque o nosso principal objectivo é a manutenção e a melhor maneira para a assegurar é atingir os Play-off.

Enquanto jogador espero que seja uma época ao meu melhor aproveitando cada minuto no campo para evoluir e ajudar a equipa a conseguir os seus objectivos. Outro dos meus objectivos para a próxima época é voltar à selecção nacional mas para isso tenho que trabalhar bastante durante o ano.

Já como treinador tenho como objectivo ajudar os meus "miúdos" a evoluir tanto como jogadores como pessoas!

quarta-feira, 16 de julho de 2008

3 para 3 com Francisco Pinto

Francisco Pinto é um jovem formado na Secção e que ano após ano tem evoluído e conquistado o seu espaço no plantel Sénior. Peça fundamental na manobra da equipa de Juniores A que venceu as diferentes provas em que participou na temporada transacta, o mais jovem dos irmãos Pinto foi desafiado para um 3 para 3 e respondeu afirmativamente à chamada com confiança e muitos sorrisos à mistura.


- És um defensor nato. Trabalhas muito esse aspecto do teu jogo?

Em relação a ser ou não ser um defensor nato (sorriso), isso depende do ponto de vista de cada um para julgar determinado jogador em qualquer aspecto dentro de campo. Na minha modesta e sincera opinião tenho noção que defendo com grande agressividade, sendo essa a "arma" mais forte que possuo hoje em dia como jogador de basquete. Mas tenho noção que com trabalho, dedicação e principalmente treinos vou, pouco a pouco, melhorar em muitos aspectos para me tornar uma opção regular do treinador, não só quando a equipa necessita de defender. O aspecto defensivo não se aprende de um dia para o outro, é necessário ter um grande coração, uma grande vontade, e no meu caso ter grande "gozo" ao ver que o meu adversário não recebe a bola e que "fica maluco” com a minha maneira de defender (sorriso).

- Qual o segredo para conseguires manter a "cabeça fria" quando enfrentas adversários que não reagem bem a marcações mais apertadas?

O meu jogo é mesmo esse, defender de tal maneira que o meu adversário comece a ficar irritado e chateado por ter “um cola” que não o larga sempre atrás. Depende muito do psicológico de cada jogador em manter a calma e não se irritar. São poucos mas ainda existem (sorriso) e isso como já disse dá-me imenso gozo. Eu faço apenas o meu jogo – defender bem e ignorar as provocações.

- Quais as perspectivas para a próxima época?

Depois de uma época transacta de grandes feitos para o basquetebol do Eléctrico, tanto em Juniores A como em Seniores, posso afirmar com grande confiança que este ano irá correr muito bem. Nunca sonhando muito alto, mas acredito que temos uma equipa forte capaz de manter na PROLIGA e fazer boa figura perante equipas de grande nível. Vamos esperar para ver…

quarta-feira, 9 de julho de 2008

3 para 3 com Pedro Afonso


Damos hoje início a um novo espaço denominado de “3 para 3” que consiste em colocar três questões a diferentes pessoas ligadas à Secção. O atleta do plantel Sénior Masculino Pedro Afonso foi o escolhido para a estreia deste novo espaço. Chegou a Ponte de Sôr no início da época 2007/2008 proveniente do N.B. Queluz Sintra P.M., depois de passagens por Ginásio Clube Figueirense, C.A. de Queluz e C.I.B. da Amadora. Podemos dizer que se aplica na perfeição a expressão “chegar, ver e vencer” uma vez que na sua época de estreia conquistou a CNB1 – Zona Sul de verde vestido. Após um curto período de adaptação, Pedro Afonso começou a demonstrar o porquê da sua contratação e rapidamente se tornou numa peça fundamental da equipa de Seniores Masculinos. Agora que se prepara para fazer a sua segunda época ao serviço da Secção chegou a hora de o desafiarmos para um 3 para 3.

- Como correu a adaptação à Secção e a Ponte de Sôr?
Adaptação foi boa, as condições eram boas também, por isso senti-me bem logo desde o primeiro dia.

- A mudança para Ponte de Sôr foi uma aposta ganha?
Sinceramente foi uma aposta ganha. Fui desde logo muito bem recebido, além de que tínhamos objectivos concretos, os quais felizmente conseguimos superar.

- Quais as perspectivas para a próxima época?
Perspectivas, vai ser um campeonato difícil, com muitas equipas boas, mas o nosso objectivo será tentar ficar nos 8 primeiros e consequentemente irmos aos playoff.